Depois da dor, o medo.
Depois do sofrer, as armaduras.
Aspereza, rigidez.
Calor sentimental escasso. E quase ninguém pra te acalmar o coração.
Eis que os encontros da vida nos põe entre vírgulas, com tantas boas surpresas.
E o amor me provoca, controla meus atos, me ama.
Minha imperiosa vontade de amar, faz de ti meu rei, meu lar.
Eu me rendo, sem rimar. Quero permanecer amando o meu amor e só.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Maria
Ao mesmo tempo tanta coisa se amou
se refez, se perdeu, se conquistou.
Retratos estampados do nosso amor
em preto e branco pregados na parede,
revelando pra sempre a gente, nosso orgulho um do outro, olhando pra lente.
Como quem disesse: não queremos mais nada nesse mundo.
Lobão
se refez, se perdeu, se conquistou.
Retratos estampados do nosso amor
em preto e branco pregados na parede,
revelando pra sempre a gente, nosso orgulho um do outro, olhando pra lente.
Como quem disesse: não queremos mais nada nesse mundo.
Lobão
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Tarja Preta
Minhas mãos foram melhores amantes quando você se foi.
Deixando o corpo vazio. Copo cheio de mágoas e marcas.
De cama, do medo, nem banho pra lavar a alma.
Rancores recordo, pois fizestes novelo com o meu coração.
No chão, molhada, querendo as tuas migalhas.
Calmamente despida, a alma se liberta de todo temor.
Tremor.
Chega de solidão por ontem.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Não existe separação maior entre a perda e o dano.
E se o choro percebesse que seu motor é desabafar?
Nem a dor germinaria sem arrogância de existir.
Natural: o apego é a trepada da carência com a admiração.
Porém o filho dessa trombada sempre nasce finado.
Não nascemos prontos para perder amores intensos.
Não seremos sepultados em caixão de casal.
Dure o tempo que for, a vida tem mais o que fazer.
CAIO SÓH
Compartilhando um pedaço de mim, dividindo todo bem que sinto.
sábado, 9 de abril de 2011
Poucas palavras
Hoje não tenho muito o que dizer.
Só que, me aproximar de você, me faz bem.
E fogem as palavras.
E fazem-se as lágrimas descontroladas, sob o meu rosto feliz em te ter.
São poucos os que fazem bem ao nosso coração, imensurável bem.
Traz consigo a esperança de viver em canções, em poesias.
Deixando pra trás toda e qualquer agonia, que saudade não quero mais.
Quero mais você aqui, me desconcertando.
Repousando no teu ombro, com meu calor desordenado.
É só a minha felicidade, ao encontrar a própria liberdade.
Só que, me aproximar de você, me faz bem.
E fogem as palavras.
E fazem-se as lágrimas descontroladas, sob o meu rosto feliz em te ter.
São poucos os que fazem bem ao nosso coração, imensurável bem.
Traz consigo a esperança de viver em canções, em poesias.
Deixando pra trás toda e qualquer agonia, que saudade não quero mais.
Quero mais você aqui, me desconcertando.
Repousando no teu ombro, com meu calor desordenado.
É só a minha felicidade, ao encontrar a própria liberdade.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Sem querer
Sou culpada de te roubar a alma. De querer tomá-la pra mim.
Sou culpada de perder a calma, e não deixa-lo ir embora sem se despir.
Sou culpada de te querer sem fim, sim.
Pode me prender. Pode me enlouquecer.
Pode me culpar por tudo.
Eu me entrego.
Só não culpe pelo amor que sente, isso foi realmente sem querer.
Daniela Mercury
quinta-feira, 10 de março de 2011
Nossos (re)encontros.
Vez em quando gosto de ficar calada, lendo teus gestos.
Esse hábito incansável de interpretar teus olhares.
Te tocar, como folheio cada página.
E te devorar, como meus livros preferidos.
Manuscrito.
Rascunho da minha felicidade.
Passo a limpo todas as incertezas e angústias.Pra a gente reinventar nosso final feliz, novo de novo a cada capítulo.
Te peço, seja protagonista na minha vida pacata.
Vilão pra minha solidão.
Narre nossa história aos quatro ventos, pra jamais esquecer...
Esse nosso romance.
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